Não há nenhuma palavra oficial da Nintendo sobre a recompra da Rare e é impossível prever o futuro das aquisições. No entanto, podemos analisar a situação para ver por que isso pode ou não acontecer:
Argumentos para uma recompra: *
Nostalgia e legado: A Rare foi responsável por algumas das franquias mais icônicas da Nintendo, como Donkey Kong Country, Banjo-Kazooie e GoldenEye 007. Muitos fãs ainda se lembram desses jogos com carinho e ficariam emocionados em ver a Rare de volta sob a proteção da Nintendo.
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Potencial para sucesso futuro: A Rare ainda tem desenvolvedores talentosos e poderia criar novos jogos de sucesso, especialmente se tivessem acesso aos recursos e IPs da Nintendo.
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Vantagem estratégica: Possuir a Rare daria à Nintendo mais controle sobre seus próprios IPs e impediria que concorrentes os utilizassem.
Argumentos contra uma recompra: *
Custo alto: A Rare é uma empresa grande e bem-sucedida, e adquiri-la seria um investimento financeiro significativo para a Nintendo.
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Redundância: A Nintendo já possui estúdios internos próprios, capazes de desenvolver jogos de alta qualidade.
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Relutância da Microsoft: A Microsoft é dona da Rare e é improvável que eles estejam dispostos a vender uma empresa que tem sido uma parte essencial de sua estratégia de jogos há décadas.
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Liberdade criativa: A Rare pode não estar interessada em voltar a ser propriedade da Nintendo, pois pode preferir a liberdade criativa que tem sob a Microsoft.
Conclusão: Embora existam argumentos válidos a favor e contra uma potencial recompra, é difícil dizer se isso realmente acontecerá. Em última análise, depende das prioridades estratégicas da Nintendo e se eles acreditam que a aquisição da Rare vale o investimento financeiro e logístico.
É importante lembrar que a Nintendo tem um longo histórico de colaboração com estúdios externos, portanto, mesmo sem uma aquisição completa, eles ainda poderão trabalhar com a Rare em projetos futuros.