O conceito de jogo “inútil” é subjetivo e depende das preferências pessoais. O que uma pessoa acha inútil, outra pode achar agradável ou intelectualmente estimulante.
No entanto, alguns jogos frequentemente citados como inúteis incluem:
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O Jogo da Vida: Este jogo de tabuleiro, embora aparentemente simule a vida, é frequentemente criticado por ser excessivamente simplista e sem relevância no mundo real.
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Twister: Um jogo de destreza física onde os jogadores tentam evitar tocar no chão. Embora divertido, trata-se principalmente de coordenação física e tem profundidade estratégica limitada.
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Jenga: Outro jogo de destreza, onde os jogadores removem cuidadosamente blocos de uma torre, pode ser emocionante, mas carece de qualquer aplicação no mundo real.
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Simão diz: Este clássico jogo de memória e atenção costuma ser visto como simples e repetitivo.
Em última análise, o “objetivo” de um jogo geralmente é proporcionar entretenimento, relaxamento ou interação social. Mesmo jogos considerados inúteis podem servir a esses propósitos.
Em vez de rotular os jogos como inúteis, é mais valioso considerar a experiência do indivíduo e as razões pelas quais ele pode optar por jogá-los.